Fujam para as …árvores!

Uma alternativa aos inchaços das cidades (e às decepções que elas têm trazido): voltar ao campo, em construções que cercam árvores, e ver, em 360 graus, toda a floresta e as cores do céu. Tenho certeza que você dormiria e viveria melhor! Com painel que capta energia solar e a distribui para uso interno, vidros que protegem do calor e uma série de inovações que permitem a vida moderna ao redor de uma árvore, o protótipo vem sendo testado pelo escritório russo A. Masow há três anos. Parece que agora ficou viável produzi-lo em grande escala.

Por Carol

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Além de nos aproximar da floresta, da natureza e da vida como ela era no passado distante, regida pelo ciclo do sol, a ideia vem ao encontro de uma forte tendência de movimento humano: a retirada das cidades. Os centros urbanos estão cheios, oferecem doenças, alagamentos, perigos (principalmente em países como o nosso) e o home office é uma realidade sem volta, possível a inúmeras ocupações.

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Para a decoração, o mínimo. O escritório propôs vivermos apenas com o estritamente necessário. Talvez pensemos que o dia a dia é muito mais cheio de coisas, de facilidades que não vemos ali. Mas, para eles, faz todo o sentido essa direção de desapegos. Estamos fartos de possuir tantas coisas e muitas delas são inúteis ou nos deixam mais preguiçosos.

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“A casa precisa APENAS promover sua evolução espiritual e criativa”, resumem. Sim, a fusão com a natureza é completa… mas confesso que eu ia precisar de alguns armários a mais.

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Fotos: A. Masow

Algumas das imagens utilizadas são de divulgação. Se você é autor de uma ou mais delas, e não foi devidamente citado, entre em contato conosco aqui.

Nos trinques!

Em uma vida adulta e independente, manter a casa organizada pode significar bem mais do que um simples ato de manutenção de aparências. De fato, a organização doméstica pode ser uma condição desejável para uma melhor qualidade de vida. O que quero dizer é que fica muito difícil conciliar as várias obrigações da adultez: estudos, trabalho, vida doméstica, social, afetiva, etc., vivendo em meio à bagunça.  

Por Angelita

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Estudos no campo da neuropsicologia demonstram que ambientes sujos e desorganizados tendem a contribuir para que as pessoas se sintam mais estressadas, ansiosas, irritadas, frustradas, deprimidas e com um maior nível de confusão mental. Tanto é que a desorganização crônica e o desleixo geralmente estão associados a quadros depressivos e/ou com altos níveis de ansiedade. De certa forma, o excesso de bagunça externa quase sempre revela uma dificuldade da pessoa para elaborar e administrar os conflitos emocionais gerados pelas desordens internas. Quanto mais uma pessoa estiver desorganizada internamente, mais dificuldade ela terá para lidar com os desafios de vida como mudanças, frustrações, perdas, etc. Nesse sentido, podemos ver a bagunça extrema como um pedido de ajuda. É como se a pessoa dissesse: não consigo ordenar todos os elementos da vida sozinha, eles me confundem, me oprimem, ocupando todos os espaços que tenho. Pois não é essa a sensação que temos quando entramos em um ambiente totalmente bagunçado, a de que não há espaço para nos movermos?

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Colocar ordem na casa, então, não apenas contribui para um condução mais eficaz das tarefas de rotina. Uma casa arrumada e limpa nos ajuda a ter a sensação de que temos algum controle sobre os eventos cotidianos. Favorece o sentimento de que somos capazes de administrar o tempo e a energia de que dispomos para colocar a vida em movimento. Uma casa ordenada promove condições para que aquietemos a mente, o que contribui para diminuir o estresse diário.  A busca da organização perfeita em uma casa, contudo,  não é nem natural e nem desejável, ela demonstra rigidez excessiva. Algum nível de desordem pode favorecer a criatividade, a flexibilidade e a adaptabilidade. Afinal, habitar uma casa plenamente é usufruí-la, e isso sempre vai bagunçar as coisas… Nem que seja um pouquinho!

Foto 1: Remodelista 

Foto 2: Pure Home 

Foto 3: ohdeedoh 

 

 

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Em casa, com a família… A Melhor das Refeições!

Adoramos cenas de filmes, de propagandas, de álbuns de fotografia que exibem famílias em torno de uma mesa fazendo uma refeição. Não sem razão! Algumas das memórias mais marcantes na vida de uma pessoa se referem a momentos envolvendo refeições familiares.

Por Angelita

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Algumas memórias podem ser muito boas, outras nem tanto… Mas o fato é que todos nós temos histórias para contar sobre a vida familiar à mesa. Tais eventos são marcantes porque a hora da refeição em família é tão importante para a nossa saúde emocional quanto é para a física. Pelo menos é o que atestam vários estudos na área de comportamento alimentar.

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Além do fato de que as refeições caseiras costumam ser mais saudáveis e completas do que as feitas na rua, o que é bom para a saúde física, elas também podem ser grandes aliadas do equilíbrio emocional. A começar pelo fato de que as rotinas e rituais que envolvem as refeições familiares à mesa ampliam o tempo de convivência entre pais e filhos, entre casais, entre os que compartilham do mesmo teto. O que, por sua vez, possibilita maior conhecimento mútuo e troca de experiências. Fatores importantes para a formação ampliada da identidade pessoal e para fortalecer a sensação de retaguarda social. Todos esses benefícios obtidos nas refeições em família, portanto, favorecem maior segurança na hora de se relacionar com o mundo exterior.

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Pois é, as refeições familiares são as melhores não porquê são perfeitas, mas porque nos ajudam a nos sentirmos parte de um grupo coeso em um mundo tão vasto. Talvez você nunca tenha imaginado que se sentar à mesa com sua família para uma refeição pudesse ser tão relevante para o seu desenvolvimento psicológico. Mas é! Então, há quanto tempo você não promove uma refeição em família na sua casa?

 

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Morando com melhores amigos

Há vários resultados de pesquisas científicas indicando que ter um bicho de estimação pode elevar as taxas de sobrevida entre vítimas de infarto; diminuir o stress; contribuir para a estabilidade da pressão arterial em hipertensos e dos níveis de açúcar em diabéticos; melhorar o desempenho escolar de crianças com déficit de aprendizagem, entre outros benefícios.

Por Angelita

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Diante de tantos ganhos físicos e emocionais, é comum vermos nossos bichinhos como uma extensão das nossas próprias emoções. Acontece que os diferentes animais têm necessidades que são características de suas espécies. Ter um animal em casa significa compartilhar o espaço com um ser que é originalmente diferente dos humanos. É preciso entender suas particularidades e modos de estar no mundo para melhor recebê-lo.

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Querer forçar um cão ou um gato a viver uma vida integralmente humana é privá-lo da oportunidade de ser o que ele realmente é. Animais confinados em pequenos espaços, que não convivem com outros da própria espécie, sentem-se solitários e estressados, tendendo a desenvolver sintomas associados à depressão e à ansiedade.

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Se você, então, gosta de coabitar na companhia de outras espécies, aprenda a respeitar a singularidade de cada amigo de duas, quatro ou com nenhuma pata. Assim, procure criar na sua casa condições para que ele possa ser o bicho que é, e alegremente! Se o seu animal estiver feliz todos ganham! Tanto é que alguns estudos sugerem que moradores de lares com animais de estimação tendem a ser mais felizes do que os demais, além de apresentarem mais características de personalidade consideradas positivas.

 

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